Porque me bate?
Não te fiz mal algum
Porque leva de mim o que é vital?
Quase sempre não percebo
Mas sempre está comigo
Meu amigo que o diga
Sofreu por você
Apanhou mais por você do que
E é assim que diz que me preserva?
Tem uma companheira!
Mas é claro!
Jamais seria capaz de agir só
Mas será que é ela quem te lidera?
Dificil dizer
Pode ter vários nomes
Mas acaba sempre agindo
E vai direto, em cheio nos olhos
que talvez também seja cumplice
Nesse circulo vicioso
Que não avisa quando se inciará
Nem quando acabará
sábado, 11 de abril de 2009
quinta-feira, 2 de abril de 2009
Indagações
Beco sem saída
Reluz esperança
Mas qual?
Toma-me
Apoderam-me
Embebeda-me
Cega-me
Poderia decorrer mais a respeito
Mas pra que?
Por mais que tente,
Pois sempre Toma-me
Não vejo
Pois sempre
Toma-me
Apodera-me
Embebeda-me
Cega-me
Espanca tenho ainda,
Travo batalha, sempre!
Abordo e procuro questionar
Mas como? E por quê?
Já que sempre indago
Pra que caminho?
Onde e porque vou chegar?
Felizes sãos os insetos?
Que trabalham sem saber por quê?
Sem saber que se quer existem?
Mas será? Será que são felizes assim?
Então é licito se perguntar
Porque me apodera?
Porque me embebeda?
Porque me toma?
Porque me cega?
Reluz esperança
Mas qual?
Toma-me
Apoderam-me
Embebeda-me
Cega-me
Poderia decorrer mais a respeito
Mas pra que?
Por mais que tente,
Pois sempre Toma-me
Não vejo
Pois sempre
Toma-me
Apodera-me
Embebeda-me
Cega-me
Espanca tenho ainda,
Travo batalha, sempre!
Abordo e procuro questionar
Mas como? E por quê?
Já que sempre indago
Pra que caminho?
Onde e porque vou chegar?
Felizes sãos os insetos?
Que trabalham sem saber por quê?
Sem saber que se quer existem?
Mas será? Será que são felizes assim?
Então é licito se perguntar
Porque me apodera?
Porque me embebeda?
Porque me toma?
Porque me cega?
sábado, 28 de março de 2009
Certezas
Pessoas certas,
Nas horas certas,
Numa conversa certa,
Certezas que definem os momentos ,
Tão certos e distintos.
No acaso mais simples dos reencontros
nos mais simples momentos,
nas mais simples das gentes,
a certeza alimenta a alma e é necessário para o ser humanos
como prova concreta de que nada se perdeu.
Essa foi escrita a duas mãos, valeu Cela! altas viagens
Nas horas certas,
Numa conversa certa,
Certezas que definem os momentos ,
Tão certos e distintos.
No acaso mais simples dos reencontros
nos mais simples momentos,
nas mais simples das gentes,
a certeza alimenta a alma e é necessário para o ser humanos
como prova concreta de que nada se perdeu.
Essa foi escrita a duas mãos, valeu Cela! altas viagens
domingo, 25 de maio de 2008
A participação e o lugar da mulher na História foram negligenciados pelos historiadores por muito tempo. Elas ficaram à sombra de um mundo dominado pelo gênero masculino. Ao pensarmos o mundo medieval e o papel desta mulher, esse quadro de exclusão se agrava ainda mais, pois alem do silêncio que encontramos nas fontes, os textos que muito raramente tratam o mundo feminino estão impregnados pela aversão dos religiosos da época por elas.
Na Idade Média, a maioria das idéias e de conceitos eram elaborados pelos Escolásticos. Tudo o que sabemos sobre as mulheres deste período saiu das mãos de homens da Igreja, pessoas que deveriam viver completamente longe delas. Muitos clérigos consideravam-nas misteriosas, não compreendiam, por exemplo, como elas geravam a vida e curavam doenças utilizando ervas.
A mulher para os clérigos era considerada um ser muito próximo da carne e dos sentidos e, por isso, uma pecadora em potencial. Afinal, todas elas descendiam de Eva, a culpada pela queda do gênero humano. No inicio da Idade Média, a principal preocupação com as mulheres era mantê-las virgens e afastar os clérigos desses seres demoníacos que personificaram a tentação. Dessa forma, a maior parte das autoridades eclesiásticas desse período via a mulher como portadora e disseminadora do mal.
Isso as tornava má por natureza e atraída pelo vício.
Na Idade Média, a maioria das idéias e de conceitos eram elaborados pelos Escolásticos. Tudo o que sabemos sobre as mulheres deste período saiu das mãos de homens da Igreja, pessoas que deveriam viver completamente longe delas. Muitos clérigos consideravam-nas misteriosas, não compreendiam, por exemplo, como elas geravam a vida e curavam doenças utilizando ervas.
A mulher para os clérigos era considerada um ser muito próximo da carne e dos sentidos e, por isso, uma pecadora em potencial. Afinal, todas elas descendiam de Eva, a culpada pela queda do gênero humano. No inicio da Idade Média, a principal preocupação com as mulheres era mantê-las virgens e afastar os clérigos desses seres demoníacos que personificaram a tentação. Dessa forma, a maior parte das autoridades eclesiásticas desse período via a mulher como portadora e disseminadora do mal.
Isso as tornava má por natureza e atraída pelo vício.
quarta-feira, 21 de maio de 2008

Rua 15
Eita Suingue Massa!!!!!!
e segue a letra ......
Ô suba subaiôba, oba oba oba,
oba oba oba
Ô suba subaiôba, oba oba oba, ôrereiom
Domingo rua 15
Festa da quizumba lá na casa de mãe
Ô sumalicara ô sumalaicara
Me dá me dá
Cheiro de feijão e de pipoca no ar.
Ninguém sem bater o pé no chão ao som da musica.
Ninguém insensível a pulsação da tua casa.
sábado, 3 de maio de 2008

Quando o cinza de um dia taciturno bate dentro da gente, sentimos uma dor gostosa, como a melodia dos poetas. Num instante sentimos um prazer calmo e solene. Se isso ocorrer com você um dia qualquer, não faça por menos, curta esse dia minuto a minuto, não se envergonhe, nada é ruim se você se enquadra na sua felicidade. Calce a poesia e ande. (Paulo Baleki)
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